Witbier, Session Ipa, Vienna Lager e Foreign Extra Stout compõem os primeiros rótulos da marca / Orí é cabeça, consciente e intuitiva, alimenta o corpo e o espírito: conexão entre o físico e o imaterial.

Orí: Cerveja premium artesanal chega ao mercado

O agrônomo e empresário Adriano Longo se via frustrado toda vez que saia para almoçar ou jantar com amigos e família em bares e restaurantes pela cidade. Ao solicitar a carta de cervejas se deparava sempre com a falta de opção ou ainda o despreparo das casas em sugerir rótulos que harmonizassem com o seu pedido e, por isso, sempre voltava para o bom e velho vinho, dos quais sempre foi apreciador.

Anos mais tarde e com um know how amplo no universo de cervejas, Adriano se encorajou para lançar sua própria marca: a ORÍ, marcada pela versatilidade e elegância, a marca apresenta um perfil eclético que permite transitar por bares, cervejarias especializadas, restaurantes ou até mesmo por um bistrô refinado.

Composta inicialmente por quatro estilos: Witbier, Session Ipa, Vienna e Extra Stout, as cervejas contam com o crivo do jovem e renomado mestre cervejeiro Bernardo Gava – certificado pelo instituto VLB Berlin. “Elaborei em parceira com o Adriano uma cerveja sem excessos e que privilegia insumos orgânicos. O resultado é um terroir engarrafado, com produção local e qualidade internacional”, explica Gava.

Com receitas exclusivas e autorais, as cervejas Orí são marcadas pela personalidade única e marcante, sem deixar de honrar as tradições e características singulares de cada estilo de rótulo.

Além de aguçar e ativar os sentidos com os seus aromas e sabores únicos, a Orí se apresenta ao mercado com uma identidade singular que visa uma imersão maior dos clientes nesse universo da história da cerveja, onde homens buscavam a transcendência da matéria e a elevação da alma no simples ato de apreciar a bebida.

A concepção da marca, bem como identidade visual das cervejas conta com a assinatura do artista plástico Dado Motta do estúdio Mandala, que une em seu portfólio criações – consideradas no mercado como verdadeiras obras de arte -, para Honda, L’Oréal, Foxlife, dentre outras empresas.

Orí: Witbier

Fácil de degustar, intrincada ao fazer: a refrescância alquímica deste triplo sabor cítrico-herbal-frutado demanda tempo, mas vale cada momento.

Originalmente produzida dentro de igrejas belgas há mais de 400 anos, o sabor desta “cerveja branca” de trigo vem das especiarias a ela acrescentadas, sendo casca de laranja e semente de coentro as mais tracionais. Ao mesmo tempo leve e complexa, cítrica e picante, seu sabor certamente ficará gravado na memória.

A receita da Orí inclui leveduras belgas e lúpulo Smaragd, picante e floral. Malte Pilsen, flocos de trigo, uma pitada de flocos de aveia. Sementes de coentro, cascas de laranja amarga e folhas de camomila.

oriwitbier

Graduação alcoólica: 5,4%
Temperatura de consumo: 6 – 8 graus
13 IBU

Orí: Alive!Ipa

Suave, mas de personalidade forte, um verdadeiro mergulho no mar de lúpulo.

Dourada e de corpo leve, a Ipa é “alive” por um motivo especial: ela não é pasteurizada, ou seja, tomar a A!Ipa é similar a tomar a cerveja in natura, como se estivesse ao lado do tanque onde ela foi fermentada e maturada.

Por ser bem lupulada, possui características marcantes: aroma intenso com notas frutadas, herbais e amargor acentuado, presente, porém macio.

A receita inclui maltes Pilsen e caramelo alemão com um blend de lúpulo Mosaic, Cascade, Citra, Crystal e Centenial (EUA) com Sorachi Ace (Japão).

oriipa

 

Graduação alcoólica: 3,8%
Temperatura para consumo: 9 -12 graus
50 IBU

Orí: Vienna

Segura, garantida: fruto da tradição, mescla das cascas de pão e caramelo torrados aos lúpulos florais e aromas gramíneos, é culta e campestre.

Oficialmente criada no início do século XIX na Áustria, a origem desta receita encontra-se três séculos antes, tornando-a uma das mais clássicas ainda existentes.

Cerveja avermelhada de sabor e aroma elegantes, apresenta notas levemente tostadas e adocicadas com um toque floral que contrasta perfeitamente com o amargor do lúpulo.

A receita inclui maltes Pilsen e Vienna com um blend de maltes caramelo alemães.

orivienna

 

Graduação alcoólica: 4,7%
Temperatura de consumo: 6 – 8 graus
20 IBU

Orí: Stout

Forte e misteriosa, não “baixa a guarda”. Sem qualquer medo ou receio, em paz consigo mesma, atravessa florestas entre as névoas frias da noite aveludada.

Originária do século XVIII, e hoje um dos estilos mais apreciados no mundo, a Extra Stout é uma derivação irlandesa das tradicionais cervejas da escola britânica. Cerveja escura e robusta, de marcante gosto aveludado, seu caráter tostado e levemente seco remete ao café e ao chocolate, que contrasta e se equilibra com notas de frutas pretas como ameixas, mesclando o amargo do lúpulo ao adocidado do malte.

A receita inclui um blend de maltes alemães, levedura Ale inglesa, lúpulo britânico East Kent Golding e cereais não maltados conferem aromas de cacau, café e tabaco à receita.

oristout

Graduação alcoólica: 6,75%
Temperatura de consumo: 14 graus
30 IBU

Todas as cervejas da Orí ficam 30 dias em um barril de inox, 25 dias maturando para a sua finalização. O conceito da cerveja artesanal, feita a mão, como uma dobradura de papel: passo a passo, sem corte ou emenda. Uma verdadeira honestidade do sabor em forma de verdade.

www.cervejaori.com.br

 

 

Fonte: StandPress

About Henrique Carnevalli

Viciado em música, Pirado na fase psicodélica do Ronnie Von e Corinthiano. Lupúlomaníaco e Beer Sommelier formado no ICB.

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